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Resenhas II

Faz tempo que não saem umas resenhas por aqui, não é?
Ultimamente o pique do menino anda a mil e muitas vezes não dou conta de ver senão o FB (que fica conectado pelo celular).

Não venho testando mais tantos produtos novos, depois dos primeiros meses naturalmente a gente tende a permanecer com o que já gostou e, por enquanto, as novidades ficam por conta dos novos brinquedos e itens para alimentação complementar.

Vestuário:

Roupas: Continuamos fãs das amiguinhas gringas, porque são as roupas mais confortáveis e duráveis que o Miguel tem. Um conjunto de bodies tamanho 3m (correspondente ao M, se não me engano), servem desde os 2,5m e ele ainda usa. Esticaram, acompanhando o corpo, e, embora justos, ainda estão bem confortáveis. A fase de lavar tudo à mão em detalhes passou. Conforme o Miguel foi crescendo, o tempo para isso foi ficando menor e o jeito foi sucumbir ao modo “roupas do bebê” da máquina de lavar – e as roupinhas importadas são as únicas que resistiram sem bolinhas ou descosturar desde então. O custo-benefício só compensa se for possível ir até os EUA ou Paraguai para comprar, ou então se houver um conhecido ou intermediário que traga ou mande. Até achei alguns lugares que vendem por aqui, mas o povo perde a cabeça na meta do lucro fácil. É possível conseguir um pacote com cinco bodies por cerca de 25 dólares no Paraguai, segundo uma colega, ou cerca de 10 reais cada um. Então, se for até lá para comprar mais coisas, na minha opinião compensa trazer umas roupinhas pro bebê.

Sapatos: olha, eu ainda não consigo colocar sapatos no Miguel com frequência. Tá aí um item de puericultura RN meio inútil, na minha opinião, já que quando bem novinhos quase tudo tem pezinho. São lindos, fofos, e (os de menina) até mesmo confortáveis. Sou louca por sapatos infantis. Mas, enquanto não andam e não ficam de pé, a utilidade é quase zero; é mais um item estético que nem sempre é confortável. Uma amiga me disse que servem para aquecer o pé no frio. Ok. Com esse argumento ela me convenceu a colocar um tenisinho no filhote algumas vezes. Aí entrou o calor. Vi outra amiga com o filho lindo usando sandálias. Tá, lasquei sandálias no Migs. Mas confesso… é meio que num esquema colocou-saiu-mostrou-tirou. Ainda tenho gastura de ver RN todo trabalhado na sapataria. Sei que a tendência agora é passar a ser necessário. Não pensem que vou deixar o Miguel com o pezão de fora eternamente. Mas até lá, não faz muito sentido pra mim. Não me arrependo de ter investido em bodies.

Acessórios:

Prato fundo de aprendizagem da NUK – vai ao microondas, tem tampinha, é livre de bisfenol, morou no meu coração enquanto estava no pacote. Considerando que o Miguel e as papas não fizeram amizade, o item perdeu utilidade. Mas pra quem conseguiu ir bem com as papinhas, acho essencial. O prato ou a tigela não precisam ser da NUK, mas eu confesso que sempre que posso, utilizo itens sem bisfenol, mesmo que saiam mais caros, da ex-chupeta à colher. Em Londrina, já encontrei na Babysol e na loja Castelo do Dragão.

Jogo com 4 colheres Explora da Tommee Tippee: As colheres são livres de bisfenol e são mais estreitas, achei bem mais fácil de manipular os alimentos com ela. Além disso, mudam de cor se a comida está acima da temperatura ideal (fantástico para mães que não confiam no próprio pulso, rs). Encontrei numa loja em Campo Mourão que vende várias roupas itens importados por um preço bem razoável, geralmente semelhante aos nacionais.

Colher de silicone da Chicco: compramos essa colher ainda na gravidez, quando fomos ao Paraguation. Ela é maleável, confortável, mas achei a colher em si muito larga na hora do vamô vê. Como o Miguel gosta de participar ativamente das refeições, rs, essa fica na mão dele (que a faz de mordedor ou tenta imitar os adultos comendo) quando damos alimentos mais pastosos. Aqui em Londrina já vi na Babysol.

Carregadores:

Pouch Sling da Bicho Preguiça: o modelo que tenho é o de botões, que ajusta o tamanho. Normalmente o pouch não é ajustável, você compra pelo tamanho da camiseta que usa. Foi muito bom enquanto o Miguel  tinha até 5m, depois começou a ficar desconfortável para ambos, porque não achei que tem tecido suficiente na largura para que ele ficasse bem acomodado, e começou a pesar no ombro. Contudo, isso varia de criança a criança, de pai para pai, e, sem dúvidas, ele dormia bem mais nesse modelo, já que ficava em “rede”. Dá para comprar pelo site e em Londrina vendem na Castelo do Dragão.

Wrap Sling da Slinguru: é um modelo de amarração. Você pode variar as formas de carregar: frente, lado e costas; e dá para usar enquanto você aguentar o peso da criança, pois distribui bem o peso nas costas. Esse que eu tenho tem um tecido de algodão muito confortável e maleável, mas é firme, não fica molenga. No começo demora um pouco para vestir, uns 3 minutos que parecem mais até terminar, mas depois, com a prática, fica muito fácil e rápido. O conforto é o principal para mim, mas sei que para o Miguel o contato pele a pele é o diferencial. A posição sapinho é ideal para eles. Dá para amamentar, mas acho um pouco difícil. Já consegui, rs. Dá para comprar pelo site e em Londrina vendem na loja Yummy Mommy – e é mais barato que o pouch!

Brinquedos:

Fazer resenha de brinquedo é meio complicado, porque é a criança que gosta ou não. Mas me permitam uma sugestão: pensem com carinho em um tapete de atividades (ou ginasinho). É um brinquedo caro, mas considerando que ele acompanha o desenvolvimento do bebê, o custo-benefício pode compensar. O Miguel ganhou um semi-novo, então o preço foi bem razoável. Ele tinha pouco menos de 2 meses. No começo era um ótimo estímulo visual e sonoro (o dele tem barulhinhos). Com o tempo, ele foi aprendendo a bater nos bichinhos, depois agarrar, depois fazer tocar a musiquinha, aí descobriu que podia brincar com o pé e hoje utiliza os estímulos horizontais. E ainda há muito para descobrir quando se sentar sozinho. A única ressalva que faço é: se for comprar ou montar um, acredito que deva ter estímulos verticais e horizontais. O do Miguel é a Floresta Encantada da Fisher Price, mas há muitos modelos no mercado e nada que um pouco de criatividade não ajude: um tapete com textura ou cor, um pouco de fitas coloridas penduradas em um bastão, um chocalho ou uma garrafa pet com coisas coloridas dentro. O que vale é explorar os sentidos e a parte motora do bebê.

Higiene:

Lenços umedecidos Huggies Natural Care: Ok, vocês venceram, lencinhos. Confesso que sou meio preconceituosa com eles ainda, acho que uma higiene bem feita precisa de água. Mas, ultimamente, com as mudanças fecais, rs, só algodão e água não dão conta e minha pia não permite manobras lavadoras de emergência. Portanto, fiquei sócia do clube dos lencinhos e este é o meu preferido agora. É mais resistente porém macio e tem aloe vera. Uso em função do poder adstringente desses trens. Tira a pomada matinal e o cocô do mal muito bem, depois é só enxaguar e terminar a limpeza com o algodão e água morna.

Acho que é isso, pessoal. Sem mais testes no front.

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Slingaí, slingaqui!

De 08 a 14 de outubro de 2012 é a Semana Internacional do Babywearing. Por aqui, existe uma mãe e um bebê super adeptos desses carregadores!

Começamos a usar o sling quando o Miguel tinha 2 meses e eu pude carregá-lo no colo. Durante a gestação ganhei um de argolas, mas o modelo não colaborou. Encontrei um modelo pouch, ajustável com botões, da marca Bicho Preguiça e ganhei do maridão. Depois de ajustar do seu tamanho, é só vestir e posicionar o bebê.

Treino com o Leo (modelo pouch)

Me ajudou muito para compras rápidas no mercado, ir até a farmácia e a padaria e também quando enfrentamos algumas horas de aeroporto e uma mini estadia fora de casa. Prático, fácil de enfiar na bolsa! O Miguel dormia 100% das vezes, porque ficava numa espécie de rede.

Com 3 meses. Usamos para o deslocamento no aeroporto e dentro do avião, para que não ficasse solto.

Será que tava bom? Nem se atentava pra barulheira da praça de alimentação!

No final de agosto, com quase 5 meses, comecei a fazer com ele uma vivência com o sling. Aqui em Londrina há a atividade Balanço de Pano, uma oportunidade da mãe se exercitar com o bebê e que é feita com o sling. Aí o meu querido pouch não ajudou muito, porque limitava alguns movimentos.

No Balanço de Pano. Muuuuuito bom!!!

Há pouco mais de um mês partimos pro modelo wrap (o nosso é da Slinguru), que é uma faixa de tecido que “enrolo” no corpo e forma uma espécie de “canguru” para o bebê. Em algumas UTI’s de neonatos fazem algo similar (Mãe Canguru) com faixas para estimular o vínculo entre a mãe e o bebê, bem como a produção de leite.

Com 6 meses, estreiando passeio ao ar livre no frio (modelo wrap).

Já usamos de lado e de frente, nas costas ainda não rola, rs. É muito mais confortável e o Miguel fica mais de hora felizão agarradinho com a mamãe. Nos dias frios, passear assim era uma delícia!

Problemas? Só com gente inconveniente… já passei pela situação de estar com ele no pouch, uma senhora pedir pra ver como ele ficava pra logo em seguida sair dizendo que não se conformava com os bebês desconfortáveis naquele “saco”. Com o wrap é comum ouvir uns “tadinhos, todo apertado na mãe”.  Mas garanto que os sorrisos são muito mais comuns!

O sling é prático, me dá independência, permite que o Miguel veja o mundo de cima, ficamos juntinhos e os dois confortáveis – o peso, no wrap, é bem distribuído nas costas. O próximo passo é ensinar o pai a usá-lo!

Uso, indico e aproveito a semana para colaborar expondo a nossa experiência, porque é tudo isso mesmo que divulgam por aí!  Slingar é muito bom!!!

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Resenhas (novo “Útil x Fútil)

O título “Útil x Fútil” já não traduz muito o que pretendo fazer por aqui, então a partir de agora as nossas experiências com os produtos infantis vão se chamar “Resenhas”.

Separei algumas coisas que passamos a usar e algumas marcas para mencionar.

Shampoo Granado para Bebê: já estamos usando há algum tempo o sabonete da linha (uso o de erva-doce). Há algumas semanas encontrei na farmácia o shampoo. Gostei do cheiro, trouxe pra casa. Adorei. É hipoalergênico, não tem corantes e tem um cheirinho de bebê bem gostoso. Fora isso, enxágua fácil e o perfume permanece, sem contar que tem um precinho bem camarada para o shampoo do dia-a-dia. Paguei R$ 8,99 na Nissei, com 250ml. O Mamãe e Bebê, portanto, ficou como o shampoo para sair, rs.

Fraldas Pampers Super Sec (a do pacote vermelho): ódEo mortal dessa fralda. E dizem que já foi pior. Com um pouco de xixi achei que pesa horrores. Se tem cocô, não aguenta o tranco e vaza por todos os cantos. Não achei confortável, parece uma fralda plástica, a fita é dura e tem toda uma técnica para a coxa do baby não ficar batendo naquele plástico trombolhoso. O mais engraçado é a a avaliação da própria Pampers sobre suas fraldas (olhem no pacote): tem a “melhor fralda” para a Dia e Noite, “excelente” para a do pacote verde e “muito boa” para a vermelha. Aham. Senta lá, Pampers. Muito boa my ass. Odiei.

Fralda Pampers Dia e Noite: Adoooooooooooouro. Macia, confortável, ajuste perfeito, fitas molinhas, elástico na cintura, não fica tão pesada e dificilmente vaza tótos… como o precinho não colabora muito, fica para uso noturno e nas saídas. Assim que acabar o estoque da vermelha, a verde entra para o dia-a-dia.

Chupeta Nuk: sem bisfenol e com bico amigo. Curtinho e fácil do bebê cuspir quando dorme. Antes ele tava usando a da Philips Avent. Como não será fácil achar outra por aqui, comprei a da Nuk. Se você morar em Londrina, atenção: na Vale-Verde da JK alguns modelos estão tabelados com um preço e no caixa o valor sobe pra mais da metade – olhe no monitor pra conferir. O modelo que usamos está marcado como 10 e qualquer coisa e no caixa cobram mais de 22.

Cortador de unha da Chicco: deve ser muito bom, mas não pro Miguel. Ele é modelo tesoura, tem a ponta arredondada, é mais seguro, mas as lâminas são retas e muito grosseiras. A unha do Migs é bem curvadinha, não dava “pega”. Trouxe do Paráguas e já vi em lojas de artigos infantis.

– Cortador de unha para bebês da Mundial: parece uma tesourinha, é compridinho, sem ponta e com lâminas finas e curvadas. Como é todo de aço, dá para esterilizar com frequência. Deu certinho para as unhas curvadinhas do Pequeno. Encontrei na farmácia Vale-Verde.

Malhas Lion: quando fiz o post sobre a ribanização das calças, me recomendaram as malhas dessa marca. O Miguel já usava um conjuntinho emprestado e eu adorava, porque ela é muito confortável, fina e mantém a temperatura. Ótima para dormir ou usar por baixo de roupas mais grossas. Dias atrás ele ganhou outro e uso sempre que está disponível. Parece um canelado, mas o tecido é outro, mais maleável. Tem elástico amigo e não precisa ribanizar, rs. Em Curitiba tem na Chiquita. Em Londrina, tem no calçadão e na Giramundo Girassol (ou vice-versa).

Bodies K’rtel: apesar do nome brega, essa marca de preço camarada tem uns bodies de uma malha com elastano, tipo canelada, que são um conforto só. O punho é de ribana e fica bem firminho no pulso. Em Campo Mourão, na Chiquita e Bacana (ou algo do tipo).

Falando em roupas, fica aí uma constatação:

– Com exceção dessas duas marcas citadas, não houve nenhuma roupa nacional cuja costura sobrevivesse intacta ao ciclo centrifugar – o mesmo sob o qual são submetidas as roupinhas do estrangeiro e que sequer desbotaram. Lavo as roupas à mão, então nem dá pra dizer que é descuido. Os conjuntos canelados Baby Duck além de esticarem, desbotaram.

Outra coisa… necas de padronização de tamanho né. Até agora só reparei que:

– roupas da G-Baby (Mini & Kids, Vick e Lipe, Classic Baby) e Best Club indicam o P até 62 cm e o M até 67 cm, de ombro a pé. Contudo, é possível que se “perca” antes em função da altura do gancho.

Até mais!

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Útil x Fútil II

Continuo com as resenhas e dicas.

Hoje, com um mês, o Miguel tomou a segunda dose da vacina de Hepatite B e aproveitamos para dar a BCG, que pode ser tomada nos 30 primeiros dias.

A primeira não costuma dar reação, mas a segunda sim, entre 45 e 60 dias depois. A região costuma ficar dolorida e inchar. O que eles não explicam, e que a Cirene me orientou, é que quando tiver a reação NÃO é para fazer compressa quente no local (e em eventuais reações para outras vacinas também não). O calor vai aumentar a irrigação sanguínea no local e a absorção, quando o que se espera é que a absorção seja lenta mesmo. Isso levará a mais reação. Portanto, se quisermos ajudar os pimpolhos a passarem o desconforto com algum tipo de compressa é para usar compressa fria!

Fora isso, alguns amigos perguntaram sobre o dormir de lado. Quando as Angélicas da vida encabeçam uma hiper campanha para dormir de barriga pra cima lá vem uma guria falar de dormir de lado. Pelo que sempre entendi, dormir de barriga para cima diminui as chances de morte por sufocamento e de morte súbita. O que ninguém explica nessas campanhas é o risco que os bebês correm de aspirar vômito/líquidos -que também pode levar a óbito.

Na primeira noite do Miguel na maternidade voltou líquido amniótico. Como mãe antenada, claro que as enfermeiras me entregaram ele de lado no bercinho e eu obedeci à campanha e o virei de barriga pra cima! Acordar com o barulho dele vomitando, só a cabecinha virada de lado, com tudo podendo escorrer pro lugar indevido, foi assustador. Ainda assim, mantive firme a campanha dentro de casa, sob protestos das avós experientes, até a Daniela nos orientar melhor (perdão vovós por não ter dado ouvidos à experiência de vocês…). E quando voltamos ao hospital confirmamos que também na ala da pediatria as crianças são colocadas para dormir de lado. NA MINHA OPINIÃO, se dormir de barriga pra cima fosse tudo que se propaga, isso começaria na maternidade. Ponto. Mas cada um que tire as próprias conclusões e faça as próprias escolhas, não é.

Em relação às resenhas, duas linhas de produtos me decepcionaram em todos os sentidos e não indico para ninguém. Linha de higiene para bebê da Avon e fralda Pampers do pacote vermelho.

– sabonete líquido para bebê da Avon: o cheiro não me agradou tanto (e isso vale pra linha toda), mas nada, nada se compara àquela bisnaga dura que você não consegue utilizar se estiver dando banho sozinha no bebê. Totalmente difícil. Aperta, aperta, aperta e cai uma gota do sabonete. Cadê o líquido? O gato comeu. Uma droga. Passamos pro sabonete em barra.

– sabonete em barra para bebê da Avon: pulemos o cheiro. Não fica. Ele é melento, derrete muito facilmente e gruda na cabeça do bebê. Uma droga também. Finalizamos com o óleo para massagem.

– óleo para massagem para bebê da Avon: cheiro? Nem procurei. Madrugada, Miguel com cólica, vamos fazer uma massagenzinha no filhote? Londrina, (falso) sul do Brasil, outono… barriguinha do bebê quentinha… putz, óleo gelado. Vamos aquecer na mão antes de aplicar, né. Óbvio. Coloca na mão, esfrega, esfrega, esfrega. Resultado: não esquentou e foi todo absorvido pela palma da minha mão. Que beleza. Não teve massagenzinha com óleo. Uma super droga.

– fralda Pampers do pacote vermelho – resenha pré-uso: não usei e já  não gostei. Desde o nascimento, usamos a Pampers do pacote verde. Tem elastiquinho na barriga, toque super confortável, desenho do Elmo, uma lindeza de porta-cocô. Mas contudo porém entretanto, em novembro havíamos comprado um mini estoque da vermelha. Nos indicaram usar dessa de dia e da verde, um pouco mais cara, de noite. Aí você pensa: é tudo Pampers mesmo, devem ser todas boas. Abri ontem o primeiro pacote e fiquei surpresa – uma fralda molenga, as etiquetas que a prendem são duras, não esticam e o toque é muito estranho. Ridículo mesmo é colocar uma do lado da outra – a diferença é gritante. Mas Melina, é pra ele cagar mesmo! Mas se até agora cagou no confortinho, quero que continue assim, ué. Não tem jeito, filhão. Vamos ter que encarar e fazer o teste. Vai que o bicho papão só lata mas ão morda, não é? Paguei pra ver, infelizmente.

Resumo da ópera: garanta seu xampu Natura Mamãe e Bebê se quiser seu filho cheiroso. Utilize o xampuzinho Johnson’s Hora do Sono no banho noturno para ele relaxar e ficar perfumadinho. Se jogue no sabonete em barra para bebê da Granado para um banho gostoso e sem meleca. Procure um óleo para massagem que não seja o da Avon e me conta depois. Fique na Pampers verde, se for de Pampers.

Por fim, pomada para assadura. Se você também não teve sorte de ter a Desitin (uma importada boa e famosa), provavelmente usa a Hipoglós ou a Bepantol Baby. Temos usado a Hipoglós Amêndoas, marca de confiança, pomada boa, que já passa pelos bumbuns da família há algumas gerações.

As enfermeiras, contudo, sugeriram testar uma outra opção: Dermodex Prevent. Essa pomada, segundo elas, gruda menos que a Hipoglós e é mais fácil de tirar no banho ou na limpeza, sem falar que protege muito bem. Dermodex é o nome comercial do produto feito à base de Nistatina (dos cremes vaginais) + Óxido de Zinco. Achei vários genéricos dessa pomada com o preço mais em conta. Comprei a primeira bisnaga. Veremos!

Besos!

 

P.S.: pomada genérica da Dermodex: nota 10 na avaliação! Não gruda, espalha bem e quando vai limpar dá pra sentir a camada de proteção que se formou.

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