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Conselhos da Tia Alanis para 2012

BONJOUR!!!

Se você tem mais de 25 anos talvez se lembre com mais clareza do boom de cantoras “alternativas” nos idos de 96/97… de lá saíram a Shakira (a de Pies Descalzos, descalça e cabeluda) e Alanis.

Pois é. Dias atrás encontrei o primeiro CD da Alanis no carro e me pus a apresentá-lo pro Miguel. E olha só o que escuto: um guia de como viver bem e mais leve em 2012. Ou seja, You Learn. Dá só uma lida (e uma ouvida) e diga se não é inspirador?! Que tal viver sem se levar tão a sério?!

I recommend getting your heart trampled on
To anyone
Yeah, oh yeah, yeah
I recommend walking around naked
In your living room
Yeah

Swallow it down
(What a jagged little pill)
It feels so good
(Swimming in your stomach)
Wait until the dust settles

You live, you learn
You love, you learn
You cry, you learn
You lose, you learn
You bleed, you learn
You scream, you learn

I recommend biting off more than you can chew
To anyone
I certainly do
I recommend sticking your foot in your mouth
At any time
Feel free

Throw it down
(The caution blocks you from the wind)
Hold it up
(To the rays)
You wait and see when the smoke clears

You live, you learn
You love, you learn
You cry, you learn
You lose, you learn
You bleed, you learn
You scream, you learn

Wear it out
(The way a three-year-old would do)
Melt it down
(You’re gonna have to eventually, anyway)
The fire trucks are coming up around the bend

You live, you learn
You love, you learn
You cry, you learn
You lose, you learn
You bleed, you learn
You scream, you learn

You grieve, you learn
You choke, you learn
You laugh, you learn
You choose, you learn
You pray, you learn
You ask, you learn
You live, you learn

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De 2011 para 2012 …

Desapareço quase um mês do blog e quando volto trago esse tema-padrão-fim-de-ano super batido. Tudo bem, amiguinhos, eu dou um desconto porque eu sei que você também faz o seu (ou deveria).

Aviso: post sem fotos fofas natalinas.

Se tem algo que me deixa extremamente ansiosa é o período de fim de ano. Vem ansiedade da boa e da ruim.

Fico tensa desde os meses que o precedem, pensando em como e onde será e em quem eu vou chatear dessa vez não passando junto as festividades. Para a maioria das pessoas pode ser algo absolutamente natural manter um padrão de encontros anual. Pra mim é, sem exageros, assustador. Não fui criada numa família de tradições e me espanta imaginar fins de ano predeterminados desde já. Gosto da escolha que reflete o desejo daquele momento. Mas tenho reavaliado esse comportamento.

Por outro lado, tenho uma vontade maior de estar entre amigos e familiares próximos, de organizar e enfeitar a minha casa, de planejar mudanças para o ano seguinte… é como se o próprio fim carregasse um significado diferente, de recomeço. Acho digno que, mesmo as promessas não cumpridas, sejam feitas. É como se o mundo parasse por alguns dias para, ao menos, desejar ser melhor. E essa é a ansiedade boa.

Temos o ano todo, um dia após o outro, para querer, crer, que tudo será melhor amanhã, mas a sensação de fim da linha e de que ainda há muito por fazer parece que dá um empurrãozinho.

Houve uma época em que em todo 31 de dezembro eu fazia uma lista de agradecimento a Deus por tudo que Ele havia me concedido no ano seguinte. Sim, o ano não havia começado mas eu colocava no papel cada “presente” como se já os houvesse recebido. No dia 31 do 12 do próximo ano abria a carta e conferia o que havia acontecido. Pra falar a verdade, tirando os itens ligados à saúde, a grande maioria eu acabava esquecendo no decorrer dos meses, então era sempre uma surpresa ver como eu pensava e estava há um ano.

Deixei essa pequena tradição de lado há algum tempo. Não sei se foi por esquecimento, ou que mudanças mais, mas passei a fazer um balanço mais constante e tenho tentado agradecer permanentemente tudo que recebo de Deus. Já tem algum tempo que meus desejos anuais se estabilizaram e são um reforço daquilo que peço todos os dias – saúde, estar e construir uma família com o Ulisses, as bênçãos e proteção sobre os nossos dias, mais proximidade com a nossa família e mais humildade da minha parte (sim sim salabim, sou orgulhosa e teimosa), com alguns acessórios que variam de um ano a outro.

Lógico que isso não impede a avaliação e os pedidos de fim de ano de que venho falando até aqui, mas o próprio fato de descrever essa dinâmica mais recente se reflete como um balanço dos meus desejos ultimamente.

No meu último réveillon estávamos vendo fogos de frente pro mar quando 2011 chegou. Foi lindo. Agora, tentando lembrar o que pedi a Deus, sinto imensa felicidade de confirmar como ele tem abençoado minha vida (vou falar de mim, embora saiba que as bênçãos sejam sobre nós).

*Rumos profissionais mais traçados, embora esteja temporariamente parada; *casa nova; *proximidade com Deus, com nossas famílias e solidez nas amizades (depois de um 2010 grandes, gigantes decepções, 2011 foi de alegria nessa área)… e lógico, os dois pedidos que me lembrei e que quase me fazem chorar: *nosso casamento consolidado e, agora, *saindo da fase casal para ingressar na fase família.

Lembro bem de ter pedido a Deus que me fizesse perceber se eu não tinha realmente vontade ou se o que eu sentia era medo de ser mãe, e que me ajudasse a entender a resposta. E Ele agiu. No tempo certo, no tempo perfeito. Primeiro veio a vontade, depois amadurecimento, depois a preparação física, mental e espiritual e depois o Miguel.

Miguel,”quem como Tu? Quem como o Amor?“. Que outro nome poderia refletir tanto o que sinto agora? Quem como Tu, Senhor, é capaz de obras tão perfeitas no coração e na vida dos Seus filhos?

Em resumo e conclusão, meu maior presente  não é a vinda do Miguel pura e simples, é o que a antecede.. é a sua vida planejada e nascida no coração de Deus, que nos permitiu fazer parte dos Seus planos e nos abençoou com a felicidade indescritível de sermos pai e mãe, que me felicitou com a graça de gerar essa pessoinha linda e poder chamá-lo de meu filho. Que no ano do seu nascimento, ele chegue bem e desde já sinta como é esperado e amado!

Ora, que dúvidas de que o balanço da Melina ia terminar com o Miguel? Nunca fiz pensar que assim não seria, rs.

E para vocês? Como foi 2011? O que desejam e esperam do próximo ano? O que lhes compete fazer para que seja o mais próximo das idealizações? Adoro me fazer essas perguntas e, novamente, que Deus nos ajude a respondê-las e praticá-las (acho que é esse o meu desejo para 2012).

Feliz Natal a todos vocês e um 2012 de pequenas grandes realizações na vida de cada um!!!

Fiquem com Deus, todos os dias.

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Em clima de Pan gravídico

Atenção amigos da redesfera…. essa futura mamãe tem passado preciosas horas do seu dia assistindo ao Pan e passando vontade… e hoje, finalmente, chegou a tão esperada consulta para rever o repousito obrigatório meu e do Miguel e saber se já poderíamos cair n’atividade. Mas todas as esperanças de que semana que vem iniciaria o treino para os 100m rasos foram apagadas.

Ok, nem tudo está perdido. Ainda não posso me juntar às tias da hidroginástica ou retomar alongamento passivo na fisioterapia… meu corpitcho em preparação para um provável parto normal tem que aguentar um pouco mais. Mas vejam que evolução… posso continuar andando pela casa, vendo Pan, usando a internet, fazer minha comida e até passear com moderação! Lavar louça, roupa, limpar a casa e o fogão ainda estão proibidos né.. gracias!

Zenti, nunca me senti tão na ativa! Falo sério.

Sobre o Miguel (é Miguel – “Quem como Deus?”), esse sim já incorporou o espírito esportivo e não parou um minuto pra tia conseguir usar o aparelhinho que deixa os pais babando ao ouvir o coração (que parece uma cavalaria – tum tum tum tum tum tum). Não é lindo?! Morri.

É isso. Pauta em falta, notícia gravídica não.

Um beijo da Melzius.

 

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Na nossa Acme City era assim…

Yeahh!!! Facebook tá hiper colorido, cheio de desenhos animados e turma engajada na luta contra a violência infantil (ops, não sabia que é por isso que tá todo mundo colocando o Mickey e a Minnie no perfil? Tsc tsc…  Achou que era por causa do dia das crianças que eu sei ;)).

O Face tem várias dessas campanhas copie e cole, mude a foto ou uns joguinhos dos sexos tipo: escreva linguiça no seu status se você gosta de ver novela e não conte pra ninguém do sexo oposto o que quer dizer, hiihihihihiihihi. Essa é outra campanha do bem, com a mesma efetividade de 90% das outras, ou seja, zero, mas não deixa de ser uma forma da galera se manifestar contrária a uma situação que revolta mesmo e também de relembrar aqueles old but gold tempos que não voltam mais.

Introdução feita, ou gancho dado, fiquei lembrando da minha infância prolongada, que durou até parte da adolescência, e como eu ainda gosto dos tais desenhos animados. Cresci numa rua com várias crianças animadas, esportistas e inventivas – sem puxar o saco de ninguém mas certa de que cresci na rua mais fodástica de todos os tempos.

Ah, Rua Coelho Júnior, que saudade!!!

Tinha um trono de princesa no melhor galho da árvore, quebrávamos as regras do esconde-esconde e dávamos a volta na quadra (o que fazia com que a brincadeira durasse horas), fazíamos bazar, no qual vendíamos brinquedos velhos para nossas próprias mães (que ficavam com dó por nenhum traseunte parar pra comprar), e balas, que comprávamos após fazer vaquinha e vendíamos mais barato que o preço pago pra ver quem acabava com o estoque antes (muito esperto).

Bodinha Conspiratório and Mini Me, fase pré - Rua Coelho Jr.

Nem faz tanto tempo assim pra ficar com saudosismo, agora que se aproxima dos ’20 anos atrás’, rs….  bolávamos um super projeto de um parque de diversão feito de restos de madeira de construção, que seria construído no recuo da calçada da minha casa, que era de esquina. Também fazíamos as bandeirinhas e a cola de trigo para as festas que fechavam a rua: festas juninas, julinas, agostinas e setembrinas (no resto do ano, tinha as festas de aniversário master system da casa da Mariana).  Era muita invenção pra pouca criança.

Vou contar só a parte legal, porque a parte egoísmo infantil é meio vergonha alheia. Não vou contar que crianças da rua de cima ou da rua de baixo, ou que não fossem convidadas, ou que fossem de qualquer outra quadra, ou que acabassem de se mudar para a rua não eram bem vindas. Isolávamos. Tudo bem, a gente cresceu e ficou legal.

É, a gente cresceu. Temos advogada, comissário de bordo internacional, designer de móveis, engenheiro aeronáutico (é assim?), engenheiro de produção, agrônomo, dentista, nutricionista, alguns ainda na facul (os caçulas) e por aí vai (cuidem-se, estamos à solta).

Mas no fundo, não importa onde estivermos ou o que estivermos fazendo, sei que todos gostaríamos de voltar no tempo por um único dia e reviver um pouco das horas que não voltam mais. Como não é possível, a gente regride um pouco e curte as fotenhas de desenho animado, porque essa é uma paixão, minha gente, que adulto nenhum tira de quem sempre será meio criança.

E só pra constar:  quando eu penso que tenho que me acostumar com Patati Patatá, Lazy Town, Barney, Pokoyo e essas novidades …. ai meu pai, me dê paciência!

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Senta lá, Claudia

Época de Rock in Rio… passei boa parte da 1ª noite ajudando metade da população do twitter a trollar a Claudia Café com Leitte (mulherzinha bem sem sal néam… que coisa mais deslocada do mundo … certeza que os promoters esqueceram o resultado dessas misturas de gênero musical – as garrafadas que o Carlinhos Brown levou).

‘Ai que preconceito’. ‘Ai que chata’. ‘Ai que invejosa’. Nhéééé!

E por acaso vai Sepultura tocar em micareta? Red Hot tocar em Barretos? (se bem que hoje é tudo meio misturado em todo lugar néam… tic, tac, tic, tac….  nhéééééé, eu não ligo!) Dizem que querem democratizar o espaço da música no RiR, que há vários palcos para segmentar públicos diversos, blá, blá, blá… Tá bom, um viva para a diversidade! Mas cada um com seu hobby e enquanto a gente ri, os popstars enchem os bolsos. É a vida!

Bem, que que eu vim fazer aqui mesmo? Ah! Tinha em mente um post list e um post lindo em homenagem à Claudia dando um Barbie Mortal de Frente no gran finale , mas aí vi uma imagem e uma frase lindas da minha ídola master, Audrey, e tudo mudou no meu coração. Durante a escrita óbvio que mudei de ideia e agora falar dela fica absolutamente sem sentido… deixa pra outro post.

Well, hoje é noite de NXZero e sei que os companheiros plantonistas do twitter que estiverem sem vida social, como eu (que ainda devo permanecer mais 35 dias de cama), estarão lá batendo seus batcartões com um live blogging do show pra lá de animado (o live.. não o show do NXZero).

Se estiver aí de bobeira, passa lá!

Mmmmmmmmmmmmmuac.

Em tempo, no padrão pop de qualidade, Craudia podia assistir mais aos shows da Katy Perry pra ver se aprende ;). E põe mais 40 horas de ensaio aí, porque os 40 atuais quase a derrubaram na saída baphônica pelos ares! Não viu? Veja abaixo e, se desejar, pule direto pra 1m35s.

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Altas crises existenciais fazem parte do meu dia-a-dia nos últimos dias.

Eu sou eu ainda? Where the fuck is minha identidade? Perdi os direitos sobre meus sentimentos? Cadê minha cintura?

Poupá-los hei.

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Faxinando…

Hoje é dia de limpar a poeira, tirar as teias de aranha e afastar os fantasmas que começaram a habitar o Jardim.

Não pretendia ficar tão longe daqui, mas sabe aquelas fases em que tudo acontece, absolutamente tudo, de uma vez só? Pois é. Dos últimos dias para cá, viajei, voltei e agora passo uma temporada sob os mimos e zelos de mãe, no lindo torrão paranaense, Campo Mourão.

Em fase de repouso físico e mental, tempo para o blog não faltará.. preciso é que as fadas da inspiração me visitem com mais regularidade, rsrsrsrsrs. Sem hiatos criativos, por favor!

 

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