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Útil e fútil na atual conjuntura

E lá se foram um ano e quatro meses usando e não usando, adquirindo e se desfazendo de muitas coisas que amparam ou atrapalham o exercício da maternidade.
E lá se foram dias e dias de consumo e reflexão, algum dinheiro bem gasto, outro tanto que poderia ter sido gasto em outro momento e um tanto jogado fora.
Então resolvi me perguntar: Melina, e se você engravidasse de novo, o que teria no seu novo enxoval? E a partir dessa pergunta saiu esse novo Útil e Fútil (aqui, link com o primeiro de todos, com uns 40 dias de maternagi)
Considerem o que segue para compreender a inclusão e a exclusão de alguns itens – a forma como se vive a parentalidade influencia demais a avaliação dos produtos. Durante a gravidez eu não havia conseguido me responder que tipo de criação, que tipo de mãe eu queria ser, portanto, tudo parecia útil, tudo era tentador. No decorrer dos primeiros meses, ainda não sentia que tinha me encontrado no mundo da maternagem… questionava muitas decisões e ações, repetia outras sem pensar, até que as arestas foram sendo amparadas e me identifiquei com uma forma de criar baseada na intuição, no afeto, no consumo consciente e, muitas vezes, respaldada em evidências científicas (porque você sai do mundo nerd, mas a nerdice não sai de você). Alguns chamam isso de “attachment parenting” (e pela internet você poderá encontrar muitas informações e evidências sobre isso), algo como criação com apego. O que pode parecer um método nada mais é, justamente, que um anti-método. Apenas agir conscientemente, mesmo que tradições sejam rompidas, e ouvir o coração.
Assim, vou usar como base as nossas vivências com diversos produtos.

Primeiro, vou expor a lista de básicos para um enxoval, se eu fizesse um novo hoje, separada por áreas. Logo abaixo, alguns itens considerados must have e o motivo pelo qual não compraria ou esperaria, ou seja, a razão pela qual eu não repetiria a mesma experiência com eles.

Alimentação:

NECESSÁRIO:

– Vontade de amamentar e apoio do parceiro/família. Já são 50%. Informação, participar de redes de apoio e pediatra comprometidos ajudam. O resto vem com o tempo e a prática.  Eu sei que nem todo mundo consegue amamentar, mesmo com vontade de. Mas o que tenho observado é que quase sempre essa mulher desejava continuar mas não teve informação ou apoio para vencer as dificuldades e foi convencida de que o LA seria a salvação. Se tivesse tido paciência das pessoas com mais experiência, do pediatra, se tivesse sido apoiada, talvez tivesse realizado e vivenciado o desejo de amamentar por mais tempo. (E sempre haverá, também, quem não quis. Qual é o problema em assumir?)

– Na zona intermediária entre o necessário e  útil, no caso de querer prevenir ou dirimir problemas, contato de uma profissional em aleitamento.

ÚTIL (porém, não necessário):

– Concha para seios. Logo no primeiro dia em casa você pode se deparar com seios doloridos, inchados, por conta da adaptação para amamentar. O toque da camiseta pode doer, e embora as conchas NÃO sejam NECESSÁRIAS, são uma mão na roda entre uma mamada e outra para isolar o seio. Por outro lado  – ALTERNATIVA – você pode deixar o bico do seio respirar livre, e certamente será o melhor, mas pode ser que não seja possível em alguma ocasião. Em todo caso, eu jamais aproveitei uma gota sequer do leite coletado pelas conchas. Não é adequado. Prefira conchas vazadas. A umidade também não faz bem. 

– Óleo, indicado pelo médico, para ajudar a hidratar. ALTERNATIVA: passar o próprio leite.

Após 6 meses:

– Babador de vestir: na fase de introdução de alimentos, após os 6 meses, eu compraria de novo. Mil vezes melhor que babador de pano, porque isola mais, e se for impermeável melhor ainda!

– cadeira de alimentação de acoplar na cadeira normal, portátil.

DESNECESSÁRIO:

– Mamadeiras: acredito que seja mais eficiente economizar o dinheiro com o estoque de mamadeira e bicos e investir em uma consulta com uma profissional em aleitamento, se a mãe pretende amamentar. Será um investimento com retorno certo. Resulta em economia de energia pessoal, de leite em pó desnecessário, de stress e de cara você aprenderá muitas coisas que manuais, internet, GO e pediatra não te ensinam. Só como curiosidade: estoquei 10 mamadeiras – 9 da AVENT e uma da Chicco, fora os bicos. Não usei nenhuma para essa finalidade. Hoje, troquei os bicos e as que restaram servem de copos para água ou suco, embora eu use muito mais as tampas como copinhos.

– Esterilizador: você não vai precisar de mamadeira ;), a não ser que queira usar para as conchas, que talvez você não precise usar. Portanto, eu aguardaria a necessidade e, se preciso, compraria um para microondas. O meu é da AVENT.  ALTERNATIVA: boa e velha água fervida.

– Chupeta: eu nem sei onde ela se encaixa, mas considero desnecessária e prejudicial, embora a decisão seja muito pessoal (como tudo nessa lista, né gente). Miguel usou de 1 mês a quase 5 meses, quando deixou sozinho. O bebê amamentado em livre demanda já tem sua necessidade neural de sucção atendida; amamentar, além de tudo, ajuda com as cólicas (eu achava o contrário, relevem). Se chupar o dedo, não tem problema. Bebês na barriga chupam o dedo! É mais natural que um bico que você tem que insistir para a criança usar. Sem falar que depois de criada a dependência, tem que tirar. Que confuso né. Não me arrependo na medida em que nos ajudou nas circunstâncias em que estávamos, no contexto das crenças que tínhamos. Mas eu não teria uma chupeta prévia em casa como parte do enxoval. Aliás, se tem um presente de grego que eu já dei foi esse… paciência. Também dei muita mamadeira… shame on me.

Após 6 meses:

– Garfo/faca torto: a fase de alimentação complementar é um momento consumo total! Colher, garfinho, pratinho, copinho, babador … não importa o método que você usa. Talher é algo que seu filho usará um dia, mesmo que ele coma sozinho em BLW. Contudo, mesmo que tentadores, eu não gastaria com talheres tortos. Eles são feitos para destros e nessa fase o cérebro do seu filho ainda está em formação, ele não sabe se é destro ou canhoto. Melhor não forçar a barra. Deixe o talher reto, no centro, e deixe-o escolher com que mão usar. Mais natural, né.

– copo de transição: pode até ser útil em alguns momentos, especialmente aqueles com bico anti-vazamento, mas um dia a criança vai usar copos, então acho desnecessário criar uma outra transição, até porque desde RN os bebês conseguem tomar leite no copinho (é meio confuso e faz sujeira no começo, mas passa) . Além disso, os bicos moles dos copos de transição podem causar os mesmos problemas do bico tradicional de mamadeira, incluindo confusão de bicos para os bebês amamentados. É perfeitamente viável ensinar a beber no mesmo copo do adulto, ou usar xícaras ou copinhos de tequila. Aqui, preferi ensinar a tomar em tudo quanto é tipo de recipiente, então ele não tem problema com canudo, squeeze, copo, xícara, bico de transição (rígido) nem mesmo com o bico mole (que acabei usando como forma de vedar a mamadeira para levá-la cheia na bolsa.). É o tipo de coisa que dá pra evitar ou esperar.

– Babador de silicone com coletor: controverso. Dá certo pra muita gente, nós não nos adaptamos.

– Pratos: eu esperaria engrenar bem a AC (alimentação complementar), porque é algo que pode ser adiado por meses. O Miguel usou a bandeja do cadeirão até quase um ano, já que comia sozinho e em pedaços. Muitas vezes usei tampa de pote ou pote de plástico. O prato ia pro chão! E depois, até acertar o modelo, foram mais uns 5. Eu esperaria.

Passeio, Sono, Cuidados e Segurança:

NECESSÁRIO:

– Sling: barato, durável, confortável, é meio de transporte, é meio de carinho, ajuda a aliviar as cólicas, ajuda na amamentação em função do contato, estimula vínculo, evita hiperestimulação da criança, permite que ela enxergue o mundo de outra perspectiva e compartilhe as experiências visuais e sensoriais de quem a está carregando… quer mais?

– Bebê conforto/cadeirinha: indispensável, mesmo naquele trajeto casa da vó-casa. Não é item para evitar multa. É item para proteger a integridade e a vida do seu filho. Não economize. Não deixe de comprar o melhor que você puder. É o tipo de produto que você torce para nunca usar, mas se um dia precisar, quer ter a consciência tranquila de que tem algo seguro no carro. O modelo que usamos foi o KeyFit 30 da Chicco; hoje usamos a cadeira Eletta, também da Chicco, esta é reversível e pode ser usada como bebê conforto.

– Termômetro, pomada contra assadura (hoje uso e recomendo a da Welleda, natural; antes, usava a de nistatina com óxid de zinco, genérica da Dermodex), sabonete  (uso o Cetrilan, que ajuda a prevenir as lesões da dermatite atópica que o Miguel tem, antes usava o glicerinado da Granado), algodão em rolo.

– 2 caixas de fraldas de pano: versáteis, duráveis, macias e baratas. Corte, costure e tenha 4 fraldinhas de boca a partir de uma fralda. Deixe algumas grandes. Passe elástico em duas e tenha um forro fixo de trocador. Bingo!

– 3 cueiros: versáteis, baratos, duráveis. Servem de lençol, toalha, forro, forro de trocador, manta…  ainda uso todos!

– manta de microfibra, tamanho um pouco maior para durar até um ano. Pau pra toda obra, quente, macia e confortável.

ÚTIL:

– Carrinho que deite e vire moisés: se você se adaptar bem ao sling desde RN, talvez pouco use o carrinho. Eu não pude carregar o Miguel nem mesmo no sling nos primeiros meses, em função da dupla cirurgia e do risco de romperem os pontos mas, assim que comecei a usar e fui me adaptando, o carrinho foi ficando subutilizado e hoje passa mês inteiro e nem usamos. Mas no começo usei bastante em saídas mais longas porque o Miguel dormia muito, portanto, o modelo que vira moisés foi bem investido. Agora que já tenho é fácil falar que não compraria de cara. Mas é isso, eu não compraria de cara. É um gasto alto que pode ser economizado. O nosso é o da Chicco, o Cortina Travel.

– Babá eletrônica: se a opção for por dormir em quartos separados, a babá pode ser útil para ajudar a ouvir e ver o que a criança precisa. Não me adaptei com o ruído da nossa, então, quando não praticávamos cama compartilhada, nos revezávamos para dormir na cama auxiliar. Ela foi bem usada na época em que ele dormia na cama mesmo, entre o período em que ele dormia (cedo) e que nós íamos dormir (tarde), porque podíamos ver assim que acordava, sem medo de que caísse antes de ouvirmos. Quando foi para o colchão no chão esse problema acabou e, portanto, mais um item foi aposentado. Usamos uma da Summer Infant.

– Berço ou moisés: se a opção não for por cama compartilhada, nessa ordem, prefiro moisés e depois berço. O moisés é legal para ficar no quarto do casal, enquanto o bebê couber e enquanto os pais decidem se usarão berço, adiando o gasto alto que talvez não seja necessário. Se optarem por berço, um que vire cama baixa vai prolongar o uso e gerar economia. Nesse caso, acrescente: 3 lençóis, um kit de protetores de berço que fiquem fixos e não sejam volumosos (por mais controverso que seja, eu ainda preferiria usar, porque eu já socorri uma criança que prendeu a perna entre as grades e poderia ter se machucado feio).

Ninho: no hospital, o bercinho é arrumado como um ninho. Eu repetiria no começo, mesmo em cama compartilhada, pois o bebê fica elevado, macio, aconchegado. Em viagens nos ajudou muito, porque trazia certa familiaridade ao Miguel na hora de dormir e não tínhamos problemas de adaptação. Ele usou o ninho até uns 6 meses. Tudo o que precisa é um travesseiro e 3 cueiros.

– Trocador: dá pra viver sem, alguns vem embutidos na banheira, mas acho úteis.

– Bolsa térmica para cólicas (com gel ou ervas): usei bastante, mas ganhei. Dá pra viver sem e obter os mesmo resultados com um pano aquecido.

– Saco de dormir pequeno, para RN-bebezinhos.

– Lenço umedecido (cuja melhor marca, por pareça que incrível, não foi Huggies, nem Jonhson’s nem Pampers, mas Carrefour, pra nós).

DESNECESSÁRIO:

– Lençol para carrinho: um item de enxoval que só serve se você usa carrinho e quer enfeitar. Um cueiro, bem mais barato e macio, dá conta do recado.

– Travesseiro para carrinho: meu bem, nem no berço é recomendado, força o pescoço e a traquéia… pra quê no carrinho?

– Sensores de movimento: aquelas coisas que te vendem como salvadoras e que na prática não ajudam muito. É só mais uma neura para bitolar a cabeça dos pais, que no começo por si só já irão até a criança checar se está respirando. Pra mim, uma forma sutil de iniciar a medicalização da infância é transformar o quarto ou a fralda dos nossos filhos em cama de hospital. Mas eu confesso: achei o ó da maternidade século XXI, quis mil modelos e tive depressão por não conseguir comprar a tempo um que ficaria clipado na fralda.

– Extras do kit de protetores de berço: aquele monte de almofada fofa e linda que você aposentará assim que descobrir o trabalhão que dá deixar o quarto com berço e cama auxiliar impecável para visitas que não te visitarão como você pensou que iriam e que ficarão buscando defeito na decoração provençal que você sonhou. Pode respirar agora. Em menos de um ano terão virado o elefante branco do quarto branco. E se você for praticar cama compartilhada ou montessoriar o ambiente, mais desnecessários ainda.

– Rolo para o bebê não virar: ainda que, como eu, você opte por colocar o bebê de lado, enquanto ele não escolhe sozinho de que jeito gosta de dormir, o rolo é um treco desnecessário. Uma toalha dobrada, um cueiro, enfim, qualquer tecido dobrado cumpre esse papel de graça e deixa mais confortável que um cinto de segurança para dormir.

– Travesseiros: a menos que tenha orientação do pediatra, não tem necessidade. E se o problema for refluxo ou nariz entupido, mais eficiente é levatar levemente a cabeceira da cama/berço com um cobertor dobrado embaixo do colchão. Simples assim.

– Aspirador nasal: assim que seu filho puder, ele vai se defender desse curvex torturador de nariz.

– Nosefrida: uma sonda para nariz em que você chupa o ranho do bebê. Legal. Só que não. Precisa desenhar?

– lixeira e cesto de roupa: a não ser que sejam itens integrantes da decoração, o melhor depósito de fralda suja é o lixo do banheiro, o quarto fica pestilento… fiz isso, de colocar o lixo no quarto e odiei. Cesto de roupa eu não tive e não tenho. Roupa de bebê sempre lavei todo dia enquanto lavava à mão e quando passei pra máquina já vai direto pra lavanderia. Essa dinâmica deu certo aqui.

 

Roupas, roupas de banho:

NECESSÁRIOS (exclusivo para 0-6m)

– 6 conjuntos body + calça de malha Lion ou canelados, confortáveis, aquecem por baixo de qualquer roupa e não apertam a barriga do bebê

– 3 macacões de manga longa maleáveis, de zíper ou abertura frontal

–  3 luvas de malha

– 6 meias

– 6 babadores

– 3 toalhas com capuz e fralda interna

– uma bolsa com alça transversal média.

ÚTIL:

– touca, se parar na cabeça

– trocador de bolsa (tá, a lista feita em vários dias diferentes ficou bem bagunçada no que tange aos critérios :/)

FÚTIL:

– sapatos: a maioria dos macaões e roupas de bebês novos tem pezinho. Sapato é enfeite, e um enfeite incômodo para o bebê. Eu perdi 50% dos calçados sem usar, porque né, não me fazia sentido aquele peso pra um bebê que não sustenta nem o pescoço carregar nos pés. o mesmo se aplicou para boinas e bonés (e pode se aplicar para faixas com flores gigantes que deixam as cabeças das RN caídas para o lado).

– Saída de maternidade. Se a intenção é uma pose para foto na saída, considere o fato de que só aparecerá uma cabecinha enrolada numa coberta/manta. e praticamente nada da roupa. Aliás, salvo bebês gordinhos oa nascer, os RN costumam ficar sambando dentro das roupas que não enchem por completo. Então acho que vale mais a pena copiar a duquesa de Cambridge e ser minimalista nesse ponto. Uma boa manta fica bem chique.

– Mala de maternidade, a não ser que você queira fazer jogo com a bolsa do dia a dia e gastar mais. As malas de bebê ficam pequenas pra tanta tralha muito rápido e com o preço de uma, você compra uma de adulto, pequena ou média, que durará muito mais.

 

Resumindo. Necessário, necessário mesmo, é presença, amor de pai e mãe, de pai e pai, de mãe e mãe, de mãe-avó, de avó-mãe, de pai-avô, de avô-pai. Necessário é colo, carinho, afeto, paciência e leite, muito leite. Contato, pele, não ter medo de se doar e de receber. É aquilo que você já tem, que te protege do frio, da fome, que te banha e te abriga, seu lar, que já existe e está à espera junto com os futuros pais. O mesmo valerá para seu filho, com adaptação quando for necessário ou adequado. Claro que coisas destinadas a receber um pequeno ser são bem-vindas, preparadas para ele, especial, único, dele. O que esse tempo me mostrou é a armadilha de nos tornarmos dependentes das coisas para exercer a parentalidade. A armadilha das coisas substituírem nossas capacidades e recursos pessoais. Do consumo se tornar um substituto das fraquezas que podemos trabalhar e transformar em força.

Espero ter contribuído 😉

 

P.S.: as tags “útil e útil”  e “resenhas” mostram os posts antigos, com resenhas de produtos e marcas. Vão deixar bem claro o quanto a maternidade mudou o meu modo de encarar muitas coisas. 😉

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Útil x Fútil II

Continuo com as resenhas e dicas.

Hoje, com um mês, o Miguel tomou a segunda dose da vacina de Hepatite B e aproveitamos para dar a BCG, que pode ser tomada nos 30 primeiros dias.

A primeira não costuma dar reação, mas a segunda sim, entre 45 e 60 dias depois. A região costuma ficar dolorida e inchar. O que eles não explicam, e que a Cirene me orientou, é que quando tiver a reação NÃO é para fazer compressa quente no local (e em eventuais reações para outras vacinas também não). O calor vai aumentar a irrigação sanguínea no local e a absorção, quando o que se espera é que a absorção seja lenta mesmo. Isso levará a mais reação. Portanto, se quisermos ajudar os pimpolhos a passarem o desconforto com algum tipo de compressa é para usar compressa fria!

Fora isso, alguns amigos perguntaram sobre o dormir de lado. Quando as Angélicas da vida encabeçam uma hiper campanha para dormir de barriga pra cima lá vem uma guria falar de dormir de lado. Pelo que sempre entendi, dormir de barriga para cima diminui as chances de morte por sufocamento e de morte súbita. O que ninguém explica nessas campanhas é o risco que os bebês correm de aspirar vômito/líquidos -que também pode levar a óbito.

Na primeira noite do Miguel na maternidade voltou líquido amniótico. Como mãe antenada, claro que as enfermeiras me entregaram ele de lado no bercinho e eu obedeci à campanha e o virei de barriga pra cima! Acordar com o barulho dele vomitando, só a cabecinha virada de lado, com tudo podendo escorrer pro lugar indevido, foi assustador. Ainda assim, mantive firme a campanha dentro de casa, sob protestos das avós experientes, até a Daniela nos orientar melhor (perdão vovós por não ter dado ouvidos à experiência de vocês…). E quando voltamos ao hospital confirmamos que também na ala da pediatria as crianças são colocadas para dormir de lado. NA MINHA OPINIÃO, se dormir de barriga pra cima fosse tudo que se propaga, isso começaria na maternidade. Ponto. Mas cada um que tire as próprias conclusões e faça as próprias escolhas, não é.

Em relação às resenhas, duas linhas de produtos me decepcionaram em todos os sentidos e não indico para ninguém. Linha de higiene para bebê da Avon e fralda Pampers do pacote vermelho.

– sabonete líquido para bebê da Avon: o cheiro não me agradou tanto (e isso vale pra linha toda), mas nada, nada se compara àquela bisnaga dura que você não consegue utilizar se estiver dando banho sozinha no bebê. Totalmente difícil. Aperta, aperta, aperta e cai uma gota do sabonete. Cadê o líquido? O gato comeu. Uma droga. Passamos pro sabonete em barra.

– sabonete em barra para bebê da Avon: pulemos o cheiro. Não fica. Ele é melento, derrete muito facilmente e gruda na cabeça do bebê. Uma droga também. Finalizamos com o óleo para massagem.

– óleo para massagem para bebê da Avon: cheiro? Nem procurei. Madrugada, Miguel com cólica, vamos fazer uma massagenzinha no filhote? Londrina, (falso) sul do Brasil, outono… barriguinha do bebê quentinha… putz, óleo gelado. Vamos aquecer na mão antes de aplicar, né. Óbvio. Coloca na mão, esfrega, esfrega, esfrega. Resultado: não esquentou e foi todo absorvido pela palma da minha mão. Que beleza. Não teve massagenzinha com óleo. Uma super droga.

– fralda Pampers do pacote vermelho – resenha pré-uso: não usei e já  não gostei. Desde o nascimento, usamos a Pampers do pacote verde. Tem elastiquinho na barriga, toque super confortável, desenho do Elmo, uma lindeza de porta-cocô. Mas contudo porém entretanto, em novembro havíamos comprado um mini estoque da vermelha. Nos indicaram usar dessa de dia e da verde, um pouco mais cara, de noite. Aí você pensa: é tudo Pampers mesmo, devem ser todas boas. Abri ontem o primeiro pacote e fiquei surpresa – uma fralda molenga, as etiquetas que a prendem são duras, não esticam e o toque é muito estranho. Ridículo mesmo é colocar uma do lado da outra – a diferença é gritante. Mas Melina, é pra ele cagar mesmo! Mas se até agora cagou no confortinho, quero que continue assim, ué. Não tem jeito, filhão. Vamos ter que encarar e fazer o teste. Vai que o bicho papão só lata mas ão morda, não é? Paguei pra ver, infelizmente.

Resumo da ópera: garanta seu xampu Natura Mamãe e Bebê se quiser seu filho cheiroso. Utilize o xampuzinho Johnson’s Hora do Sono no banho noturno para ele relaxar e ficar perfumadinho. Se jogue no sabonete em barra para bebê da Granado para um banho gostoso e sem meleca. Procure um óleo para massagem que não seja o da Avon e me conta depois. Fique na Pampers verde, se for de Pampers.

Por fim, pomada para assadura. Se você também não teve sorte de ter a Desitin (uma importada boa e famosa), provavelmente usa a Hipoglós ou a Bepantol Baby. Temos usado a Hipoglós Amêndoas, marca de confiança, pomada boa, que já passa pelos bumbuns da família há algumas gerações.

As enfermeiras, contudo, sugeriram testar uma outra opção: Dermodex Prevent. Essa pomada, segundo elas, gruda menos que a Hipoglós e é mais fácil de tirar no banho ou na limpeza, sem falar que protege muito bem. Dermodex é o nome comercial do produto feito à base de Nistatina (dos cremes vaginais) + Óxido de Zinco. Achei vários genéricos dessa pomada com o preço mais em conta. Comprei a primeira bisnaga. Veremos!

Besos!

 

P.S.: pomada genérica da Dermodex: nota 10 na avaliação! Não gruda, espalha bem e quando vai limpar dá pra sentir a camada de proteção que se formou.

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Recém-nascido: útil x fútil

E aí, do alto dos meus quase um mês como mãe, me atrevo a fazer um post sobre artigos e truques para o cuidado com o bebê.

Após nove meses de preparação, me deparei com itens absolutamente necessários, itens úteis e outros que eu ainda não sei por que tenho. Também tenho aprendido vários truques simples com as enfermeiras que têm nos ajudado, mas que fazem toda a diferença no cuidado com o Miguel.

Começando pelo quarto, nossas visitinhas ao hospital nos mostraram que berço, colchão e protetor de berço são itens importantes, necessários, mas talvez não para um recém-nascido. O Miguel dorme sim no quarto dele, no bercinho dele, mas não usamos metade da parafernália que consumiu vários dinheirinhos e andanças por aí.

Prestenção na maternidade: eles ficam num bercinho pequeno e dormem no carinhoso “ninho” feito pelas enfermeiras, bem aconchegados, DE LADO, e sem espaço demais (o que leva os bebês a terem vários “sustos”). O ninho é uma estrutura confortável montada sobre um colchão fino (que em casa substituímos por um travesseiro baixo), coberto com cueiros. Um forra, outro faz uma cobrinha enrolada que é posta em forma de U e outro é usado para prender as pontas desse último. O bebê é colocado deitado dentro do U, que segura suas costas e o impede de virar, ao mesmo tempo em que o contém, minimizando o desconforto por estar fora do útero.

Montando o ninho - parte 1: o "U" sobre um travesseiro forrado.

Ninho montado! O bebê dorme no centro do U, de lado.

O Miguel dorme no ninho, que colocamos dentro do berço, desde que saímos da maternidade. Ele a-m-a seu espacinho. Tudo que precisamos foi de um travesseiro e 3 cueiros (antes de termos os cueirinhos – que encontramos em lojas de armarinhos e utilidades –  forrávamos com lençol e fazíamos o U com uma toalha ou fronhas). Ah! E nada de travesseiros –  é para evitar que a traquéia seja comprimida com a elevação do pescoço que fomos orientados a não usá-lo. No hospital, eles dobram uma fraldinha em um retângulo de um dedo de altura e uns 3 dedos de largura e colocam bem abaixo da cervical para dar mais conforto. Quer dizer, com um travesseiro, 3 cueiros e uma fralda seu bebê terá um ninho lindo para dormir pelos primeiros meses, seja no berço, no moisés ou no carrinho.

E falando no moisés, taí um item útil mas não necessário. Ganhamos um muito lindo-fofo mas quase não utilizamos ainda. Esperamos usar para que o Miguel fique mais pertinho de nós em outros cômodos da casa e como berço portátil. Uma vantagem que vejo: sai mais barato que um berço convencional, para quem quiser adiar essa despesa nos primeiros meses.

Ainda no quarto, adaptamos o trocador. Ele vem lindo, fofo e impermeabilizado da loja. Beleza. E quando tá frio ou o bebê vem molhado pro quarto? Você coloca as costinhas dele naquele plástico? Aí você forra com o que tiver e aquele pano certamente fica sambando sobre a cobertura e sob o bebê.

Na gestação eu comprei um treco de tecido que forra o trocador e é preso com elásticos. Nada que uma fralda de tecido com 2 elásticos não resolva e por muito, muito, muito menos dinheiro.

Aqui em casa, tanto trocador quanto o berço tem uma elevação para diminuir refluxo/regurgitação (dica das enfermeiras). Sob o colchão, na cabeceira, colocamos uma das laterais do protetor de berço, o que deu uma inclinada leve. O mesmo é obtido com uma coberta dobrada, por exemplo.

No trocador, abaixo do forro, colocamos um travesseirinho, assim ele não tem regurgitado quando vamos trocá-lo, especialmente naquelas trocas emergenciais pós-mamada.

Já falei em fralda de pano umas 2 vezes até agora né? Acho muito útil ter umas 3 caixas de fralda de algodão sem dó. Você pode mandar cortar  umas 10 em 4 partes e terá vários panos de boca baratos, confortáveis, fáceis de lavar e que secam bem rápido. As fraldas da última caixa podem ser usadas para fazer uns 2 forros de trocador e para auxiliar na secagem depois do banho. Vai por mim, fralda de pano não é demais.

Linkando com o banho, a enfermeira que cuida do Miguel de manhã nos ensinou a enrolar a barriguinha do bebê na fralda durante o banho quando ele está com cólicas. A região da barriga fica mais tempo aquecida e ajuda na eliminação dos gases. Sobre o tema cólica, a chupeta (que pretendíamos não usar até vê-lo chupando o dedo) tem sido uma grande aliada nos momentos de cólica (tiramos assim que ele dorme). Tem gente que vai torcer o nariz, mas não é sempre que dá pra fazer o peito de chupeta, fia. E a sucção é um ótimo alívio para os desconfortos do bebê.

Na lista de úteis e necessários, eu incluo um Bichinho Termofofo. Meigo e fofo, trata-se de uma bolsa de gel para compressas que vem dentro de um bichinho de pelúcia. Aquecemos no microondas, colocamos na bolsinha que tem na barriga do bichinho e deitamos sobre o bebê. Prático. Esse foi presente da vó Dida. Nada que uma compressa ou uma fralda aquecida com ferro não dê conta, mas fica a dica de um ótimo presente/mimo para a próxima amiga grávida.

Me dá um abraço!

Eu incluo uma garrafa térmica, um pote para água e um rolo de algodão, desses comprados em casas de produtos médicos, como artigos úteis e necessários. Salvo fora de casa, não usamos lenços umedecidos. O rolo foi dica da Dani, a enfermeira obstetriz que nos ajudou. No hospital eles usam esses rolos, que são abertos, cortados em tiras de mais ou menos 4 dedos, que são cortadas em quadradinhos. Em 15 minutos você faz isso e guarda tudo pronto.

Cortado e guardado: pronto para usar!

Aqui saiu por R$33,00 na Casa Médica, mas rende tanto que fica mais em conta do que as bolas de algodão compradas na farmácia. Além da economia, os quadradinhos, quando molhados, não diminuem tanto de tamanho e não ficam aquela mossoroca. É bem mais fácil de usar.

Se puder, invista em uma almofada para amamentação (seu braço agradecerá), esterelizador para microondas, em um extrator (pode ser manual) de leite, conchas para seio e em copinhos de café descartáveis.

Quando chegamos com o bebê em casa, tendemos a ficar neuróticas com limpeza. Contudo, os utensílios que usamos com o bebê podem ser lavados com água e sabão e passados em água quente, sem necessidade de ficar fervendo tudo. Para alguns itens de amamentação, como bicos de extratores, coletores de leite, potes de armazenagem, uma fervida vai bem, mas um esterelizador dará segurança de que tudo ficou como devia e será bem prático.

Quanto ao extrator, bem, disso sinto falta. Existe o extrator, que coleta leite para armazenagem, e a bombinha (que parece uma buzina), que tira o excesso para ser descartado – sob risco de contaminação. Eu tenho a bombinha e to doida por um extrator. Ninguém merece ficar 40 min. fazendo auto-ordenha em cada mama. Cansa.

As conchas vão ajudar a formar o bico e manter a pele dessa região, tão sensível, afastada da roupa. Pra quem tem muita sensibilidade, após amamentar muitas vezes a pele gruda na roupa ou nos absorventes e isso prejudica a cicatrização do local. A concha vai dar conforto nesse sentido. Além disso, conheço mães que armazenam o leite que eventualmente vazar no coletor da concha para não precisar ficar ordenhando.

O leite materno extraído pode ser congelado por 15 dias ou deixado na geladeira por 12 horas. Uma vez descongelado, também será de 12 horas o prazo para utilização. Geralmente, nos bancos de leite, os potes usados são de vidro com tampa de plástico, já que a tampa de metal pode oxidar o leite (guarde todos e doe para bancos de leite – lá eles darão um jeito nas tampas). Mas concordamos que não é fácil ter vários desses em casa e que, nem sempre, a mãe que amamenta vai precisar usar o conteúdo integral de um vidro para aleitar no copinho. Aí entram os copinhos de café descartáveis.

No hospital o Miguel tomou leite no copinho e lá utilizam desses. Em casa, é possível ordenhar, colocar em copinhos e tampar com filme plástico e congelar como se fossem gelinhos. Depois, conforme a necessidade, é só descongelar a quantidade aproximada que o bebê consome, seja em banho-maria (até o degelo, só) ou dentro da geladeira – sem desperdício do restante do leite –  e oferecer em um copinho limpo (aqui dou na tampinha da mamadeira). Dá muita dó jogar fora quando não dá pra usar. Sabiam que bebês prematuros chegam a se alimentar com apenas 1ml de leite e que muitas vezes os hospitais não têm nem essa quantidade??? Não dá pra desperdiçar um líquido tão precioso quanto o leite materno.

Seguimos.

Quanto às dicas, fico doida querendo aprender tudo com as enfermeiras.

Para as cólicas, temos feito bicicletinha, mas o Miguel adora ficar na posição de sapinho – apertadinho de encontro ao peito, de pé, com as perninhas flexionadas. Desse jeito ele também arrota com muita facilidade ou quando o sentamos, costas retas, cabeça apoiada e batida muito leves nas costinhas. Todas essas posições ajudam a melhorar o desconforto e a regurgitação.

Além disso, ao invés de embalos e tapinhas – que podem hiperestimular ao invés de acalmar –  temos mantido contato próximo com o corpo e feito carinho nas laterais da barriguinha e na barriga. Além de acalmar, o carinho funciona como uma massagem que ajuda a eliminar os gases. Funciona com o Miguel.

Sobre crendices e verdades, descobrimos que o leite materno, rico em anticorpos, pode ser usado pingado no olho do bebê em casos de conjuntivite. O Miguel teve enquanto estávamos no hospital e até o pediatra medicá-lo foi o que usamos, com indicação médica. Além disso, uma trouxinha de pano com flocos de aveia dentro pode ser colocada na água do banho para hidratar a pele do bebê. Fora isso, é fugir do banho com picão para icterícia, que é crendice, assim como do fiapo de algodão na testa para soluço.

Ai gente, pura empolgação né. Mas é isso.

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Wishlist de Aniversário

Migs.. dia 07 de outubro não é só o dia da fadas borboletas ou o dia do compositor. É dia de aniversário da jardineira aqui! Que beleza!

E como eu tenho tempo pra fuçar e cara de pau pra brincar de pidoncha – vai que né 😉 – preparei uma wishlist eshperta para servir de inspiração para você marido. Não a levem a sério a não ser que façam questão.

Uma clutch colorida do verão.

Acessório bapho como o daqui, daqui ou daqui, também encontrados aqui.

Uma espadrille (irmã das Alpargatas coloridas que já postei no blog).

Uma sapatilha linda. Com salto sabrina também vale (aquele salto quadradinho vó).

Rímel Lancôme Hypnôse, porque o meu tá no finzinho já… pedindo socorro, socorro! (ai que pena que não tem mais o make combo removedor + corretivo + máscara).

Padrão blog de moda de pobre: feito no Paint. Rá!

Kit Natura Mamãe e Bebê, à venda com sua melhor amiga revisteira ;).

Edição Comemorativa de Bonequinha de Luxo – mas por aqui, ainda é DVD.

Nada de roupa, só se for aquelas capas de bujão, porque, no atual estágio gravídico, a tendência é só aumentar a circunferência. Non quiero um guarda-roupa redondo… ainda não acertaram nas roupas pra grávida. E to zoando sobre as capas de bujão.. não quero!

Que @ filhote esteja bem serelepe e, de presente de níver pra mami, deixe a gente ver se é bebê ou bebéia.

Que os amigos de Curitiba, dia 20.out.2011, sintam-se convidados e possam ir à sede da seccional da OAB para prestigiar a exposição de fotografias 2011 e ver se a minha ‘Gaivotas de Paraty’ ficou bonita no quadro =). Sim! Estarei lá sem estar, mas maridão me representa. E, quiçá, a fotinha fica entre as premiadas da noite =), senão, já vale pela participação na exposição.

Ah! Acho que tá bom de pedido né, rs.

Mmmmmmmmmmmmmmmmmmuuuuuac =*

 

 

 

 

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‘No me gusta’ List

Num gosdi:

  1. lagarta
  2. quiabo
  3. Jim Carrey
  4. modalidades de sertanejo new age em geral
  5. modalidades de axé e micaretices em geral
  6. solidão
  7. dormir muito
  8. comer muito
  9. melão
  10. tradições familiares compulsórias
  11. Direito Civil e Comercial
  12. MSN
  13. limpar  bunda do meu gato atrapalhado
  14. lavar banheiro
  15. cozinhar compulsoriamente
  16. reuniões de trabalho
  17. programação da TV
  18. clássicos da literatura brasileira (não é orgulho, mas não gosto ué)
  19. filmes brasileiros amarelos (um conceito muito específico, não saberia explicar)
  20. coisinhas de biscuit
  21. que conversem encostando em mim
  22. Jornal Hoje
  23. comidas exóticas
  24. magoar ou decepcionar
  25. ganhar coisas de decoração sem ser consultada
  26. que criem expecatativas sobre mim
  27. fazer repouso obrigatório
  28. não poder organizar minha casa nova logo
  29. astrologices
  30. teorias da conspiração
  31. amizade forçada
  32. dar bom dia de mau humor
  33. água com gás
  34. partes estranhas na feijoada
  35. suco de tamarindo ou dessas frutas de cerrado
  36. cupuaçú
  37. som alto da Valdar Móveis
  38. apelidos feios, tipo Cabeção, Narina, Zóio, Lombriga, Morcego
  39. peruíce
  40. piada do tiozão do pavê
  41. falta de educação com cliente
  42. aluno monopolizador de aula
  43. preguiça de pensar
  44. cor mostarda
  45. perfume forte
  46. tomar remédio
  47. desrespeito ao meu Senhor
  48. ingratidão
  49. net lenta para vídeos
  50. sujeira

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Gosdi:

  1. desenhar
  2. escrever
  3. ouvir músicas que gosto repetidamente
  4. paçoca
  5. tubaína
  6. Vida Bandida e Bonequinha de Luxo
  7. Total Eclipse of  the Heart
  8. inventar palavras
  9. trocar o nome dos artistas
  10. felinos
  11. Twitter com bobagens
  12. caminhar no mato
  13. cachoeira
  14. colorido
  15. amora no pé
  16. pensar conversas
  17. arroz doce com açúcar queimado
  18. petit gateau de limão siciliano com calda de frutas vermelhas
  19. sapatilhas coloridas
  20. sapatos feios
  21. blusa branca e calça jeans – sempre
  22. dança
  23. fotos
  24. não usar óculos
  25. jogar bets
  26. ficar sozinha
  27. crianças cantando bem
  28. massas com molho ao sugo
  29. escrever para os amigos
  30. mudar de ideia depois de teimar
  31. ter ideias
  32. ser e me sentir útil
  33. organizar
  34. O Jardim Secreto, Trilogia Senhor dos Anéis
  35. desenhos animados
  36. filmes de máfia
  37. os personagens bobos
  38. flores no quintal dos outros
  39. ler Eclesiásticos
  40. dormir segurando na mão do meu marido
  41. ver as fotos do nosso casamento
  42. imaginar como será nosso bebê
  43. vestidos leves
  44. brincos pequenos
  45. dar presentes
  46. jogar basquete
  47. tomar café da manhã
  48. sentir o amor de Deus arder
  49. gostar de coisas novas
  50. ter manias
E você? Do que você gosta?

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